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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Congresso de Humanidades Médicas 2013




   O CeHFi (Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde), está trazendo para o Brasil o Congresso de Humanidades Médicas 2013, um evento internacional de grande porte, que vai abordar um vasto leque de temas de interesse nas diversas disciplinas que atualmente ocupam as Humanidades Médicas. O Congresso oferece renomados palestrantes, e numerosas comunicações, mesas redondas, workshops e simpósios.

   São raras as ocasiões em que centenas de acadêmicos, investigadores, médicos, humanistas, profissionais de gestão hospitalar e sanitária, profissionais do setor farmacêutico, assistentes sociais, educadores e estudantes de graduação e pós-graduação tenham a oportunidade de se reunir em torno de um interesse centrado nas Humanidades aplicadas ao estudo da saúde, enfermidade e medicina, ou seja, possam se centrar em todos os valores pessoais, culturais e sociais que se articulam com os componentes biológicos da saúde e da enfermidade.

   A inscrição no Congresso permite não apenas participar do evento como também realizar uma apresentação oral de 30-60 ou 90 minutos, publicar um artigo na Revista associada (mediante um processo de revisão por pares) e obter acesso a todos os números da Revista (presentes e passados) por um período de um ano. Caso não possa assistir à conferência fisicamente, existe a alternativa de inscrição virtual, opção que lhe permite apresentar um artigo para publicação na Revista (mediante revisão e avaliação por pares).

   A data limite para submissão de sua apresentação oral e artigo é 15 de DEZEMBRO de 2012. O texto poderá ser em espanhol, português ou inglês e deverá conter um título e breve resumo. O formulário para envio de propostas está disponível em: http://humanidadesmedicas.com/conference-2013/call-for-papers/ . Após a aprovação de sua proposta , a inscrição ao congresso deverá ser formalizada na página da web: http://humanidadesmedicas.com/conference-2013/register/ .

   O congresso acontece anualmente em diferentes locais em todo o mundo sendo que os últimos ocorreram na Universidade da Califórnia, Berkeley, EUA, em 2011 e no Centro Universitário de Chicago, Chicago, EUA, em 2012. Neste ano contaremos com um local imemorável, a Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, Brasil, o que tornará o evento ainda mais especial.











Em caso de dúvida, pergunta ou consulta, por favor, entre em contato com: soporte@humanidadesmedicas.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Essa é uma excelente oportunidade para todos se atualizarem e trocarem ideias sobre o ser humano e novas descobertas!
Essa é a humanização com verdadeiro conteúdo científico.

Congresso de Humanidades Médicas 2013
Universidade Federal de São Paulo
Campus São Paulo
De 15 a 16 de março de 2013
R. Botucatú, 862 - Edifício dos Anfiteatros

Inscrições e detalhes: http://humanidadesmedicas.com/conference-2013
 
Congresso de Humanidades Médicas 2013
Universidade Federal de São Paulo
Campus São Paulo
De 15 a 16 de março de 2013
R. Botucatú, 862 - Edifício dos Anfiteatros

Inscrições e detalhes: http://humanidadesmedicas.com/conference-2013

domingo, 22 de julho de 2012

UTIs mais humanizadas já!


Um dos pontos mais delicados dentro de um hospital, especialmente para os clientes da saúde e seus acompanhantes é a UTI. Para as pessoas que já precisaram utilizar esse setor do hospital as lembranças sempre ficarão com maior impressão que em outros locais. Sabe-se que o cliente em questão, assim como seus familiares estão muito sensibilizados com a situação, e até mesmo pelo simples fato de se estar na UTI. Muitas pessoas em diversas situações nem sempre estão na UTI porque estão com algum problema sério, mas em caso de observação, No entanto a imagem da UTI é tão forte que já surge um sofrimento antes mesmo de se saber o que acontece de fato.

A questão é qual o tipo de imagem estamos transmitindo aos nossos clientes durante sua estada nesse ambiente. Nos dias atuais a individualidade e privacidade são mais respeitas, no entanto conhecemos muitos hospitais que nem cortina de proteção para procedimentos possui, ou seja, quando se realiza o banho de leito, procedimentos mais invasivos, ou até mesmo um ressuscitamento, os outros pacientes que estão conscientes presenciam toda a situação.

Faz-se de grande importância que esse ambiente, assim com outros do hospital sejam humanizados e respeitem a individualidade, e até mesmo o sofrimento de cada ser humano que se encontra em tais situações. Em todos os sentidos, desde a equipe médica até à equipe de higienização que atua nesse setor. O cliente que visualiza esses tipos de situações nunca se esquecerá, por mais bem atendido que ele tenha sido por todos e provavelmente será esse o assunto que ele falará aos demais e o atendimento ficará em segundo plano e a fidelização desse cliente através dos serviços e atendimentos não ocorrerá.

E vocês clientes e profissionais da saúde, já presenciaram alguma situação parecida? Têm algum relato ou lembrança? Conte-nos!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Hospitalidade X Governança


Tendo a oportunidade de atuar em dois hospitais, um com a implantação de todo o departamento e no outro com o setor da hospitalidade ficou muito claro uma coisa: os departamentos Hospitalidade e Governança devem andar de mãos dadas e se possível grudadas com superbonder!

Não posso mais imaginar hoje em pequenos, médios e grandes hospitais a Governança sendo anunciada como hotelaria hospitalar. No meu ponto de vista Hotelaria Hospitalar abrange os dois departamentos. Ou seja, se em um hospital existe apenas a Governança, esse serviço não poderia ser chamado de Hotelaria Hospitalar, mas de Governança. Ou vice e versa se houvesse apenas a hospitalidade e não a Governança deveria acontecer a mesma coisa. Tendo essa visão de dois departamentos a Hotelaria Hospitalar estaria completa, porque assim atingimos todos os setores referentes a esse cliente, a parte de arrumação, limpeza e padronização dos leitos e das áreas comuns, assim como a parte de entretenimento e bem estar ao longo da estadia nos hospitais. Acredito profundamente que as duas se completem, mesmo sabendo que uma não interfere no trabalho da outra. 

Somente a governança dentro de um meio hospitalar causa uma boa impressão, visto que os lençóis estão bem colocados e a padronização segue o estipulado, no entanto ao longo da estadia outras necessidades do paciente assim como do seu acompanhante surgirão e sem o departamento da hospitalidade eles não poderão ser atendidos.  Entretanto, um hospital que apenas foca no entretenimento desse paciente, dificilmente terá a mesma atenção dispensada na arrumação dos leitos, fazendo com que assim a imagem do hospital fique seriamente comprometida. Portanto em minha opinião, hospital com esses dois departamentos possuem a querida da Hotelaria Hospitalar, mas sem um ou outro ainda não.


E vocês, possuem os dois departamentos nos hospitais que trabalham? Sentem essa diferença?

terça-feira, 24 de abril de 2012

Banalização da Humanização

"Prefira ser excluído por promover o que é justo do que ser acolhido por uma guangue"


Com a grande tendência da Hotelaria Hospitalar o foco nos meios de saúde ,assim como nas universidades, pós graduações e afins é falar sobre a Humanização. Hoje em dia todos têm um discurso muito bonito na ponta da língua sobre o tema. No entanto será que as instituições que batem no peito relacionado ao assunto realmente seguem o que falam? Será que esses estabelecimentos têm colocado em ação a raiz da palavra humanizar?Que significa tornar humano. Será que os atendimentos dentro dos meios de saúde têm sido de fato humano?
Atuando em um hospital uma vez pude presenciar uma situação. A profissional auxiliar de enfermagem ia fazer a coleta de um exame em uma paciente que na ocasião eu estava fazendo a visita no quarto. Nesse momento ela retira a agulha que era super grossa, como eu não entendo nada disso, só lembro que me chamou a atenção. Na hora eu pensei: “nossa isso vai doer", mas não falei nada. A paciente na mesma hora perguntou para a auxiliar se não havia uma agulha mais fina. A auxiliar disse que sim e foi pegar. Nesse espaço de tempo que ela foi pegar a paciente vira para mim e diz: “ Se eu não pergunto ela ia me furar com essa, acredita?”.
Ou seja, porque essa profissional já não pegou a agulha mais fina de uma vez? Ela estava de mau humor? Não gosta do que faz? Esqueceu? Honestamente eu não sei e quando ela voltou ela não se justificou. No entanto para que os hospitais possam ser humanizados, os colaboradores precisam ter isso incorporados a eles. Uma instituição quem faz são as pessoas que atuam diretamente nele. O livro do Fred Lee fala que todos os pacientes dentro de hospitais passam por experiências únicas (tanto boas quanto ruins). Que experiências o seu escopo interno esta passando para o paciente e seus acompanhantes? Não deixemos que por atitudes assim a humanização seja algo que vemos apenas em livros.



quinta-feira, 19 de abril de 2012

O que você esconde, aparecerá!

Durante oito meses tive a oportunidade de trabalhar dentro de um cruzeiro marítimo. Ou seja, tudo diferente. No entanto com quatro meses de trabalho adquiri uma alergia muito forte, na região do rosto, mais especificamente as bochechas, no colo, nos braços (meus pelinhos do braço caíram todos, me senti praticamente pelada) e nas pernas. Não me recordo exatamente quando ela começou, assim como não me recordo quando ela foi embora. No entanto foi assim, como veio foi embora.

Até que vocês pensam: “beleza e ai?é pra sentir dó, se não aquent,a pede pra sair”. Não boys e girls a questão aqui está correlacionada ao livro que estou lendo (por uma excelente recomendação), Quem ama não adoece do Dr. Marco Aurélio Dias da Silva, ele defende a ideia de que adoecemos em um primeiro momento devido ao nosso psicológico e que devido a isso damos a oportunidade às doenças acontecerem (beeeeeem sinteticamente é isso, o livro é beeeeem mais complexo e vale a pena demais ler). Não poderia dizer que meu psicológico não ficou abalado durante o trabalho no navio, ficou e demais, lidar com mais de 20 nacionalidades em um mesmo lugar não é brincadeira, juntando a grande falta de profissionalismo por grande parte dos que estão em posições de comando e em sua maioria homens que se não conseguem as coisas do jeito que eles querem fazem da sua vida um inferno, só poderia resultar nisso: Alergia. E foi de forma muito clara a forma como meu corpo encontrou um meio para expressar toda a minha revolta pelo abuso ao poder e tantas outras coisas que estavam erradas, mas que eu não poderia falar.

 Já pensaram que muitas vezes, de fato somos realmente os causadores de nossas doenças atuais? Convivi por um breve período com pessoas com todos os tipos de câncer e em algumas delas estava estampado na cara, assim como em suas atitudes que foram elas mesmas que se adoeceram. Você já parou para pensar o quão grave é essa situação, ser capaz de adoecer o maior bem que você tem, o seu corpo?


domingo, 26 de fevereiro de 2012

What time is it?

This ill be my first post in english, i hope everbody enjoy!

                                   
With one of my relative (like my grandfather) getting admitted in the Intensive Care Unit (ICU). In situations like this if any of your family members or your loved once get hospitalised it becomes difficult to cope up with the hospitals rules and regulations regarding the visiting hours for the family members to visit, which is very very limited. And this is the case of the hospital in question including most of the hospitals in Brazil. To add to this burden and mismanagement of the hospital I could only imagine the expenses to be paid to the hospital and its burden coming on to the family. I believe that many of the family members are either working for a living or are studying to make a living if not all.

Excuse me for my frankness, but it is ridiculous, I believe that many visitors feel uncomfortable with the visiting hours kept only on weekends, also the organisation does not think neither the patients nor the family members point of view to make some changes as per the convenience of the citizens of the country. I feel that the hospital’s management should be flexible in terms of timings or at least keep access on a daily basis also keeping in mind the mental stress on the patient hospitalised. My proposal or suggestion is not new, hospitals like in the state of Florida, USA, offer a chance to visit without such restrictions that are posted here in Brazil without appropriate reasoning, wherein, the welfare of the patient or the visitors are not kept alive. These cause enough mental stress and adds on to the burden of the patient as well as the family members. I do acknowledged that patient can be over burdened and his/rest could be of concerns in some cases, but then this could be relayed to the family members by effective management. From the viewpoint humanity and hospitality extended to both the patient and his/her loved ones should be accommodated by hospital.

Hospitals usually tend to pass the actual image that it worrying about the patient and keeping in mind of the rest need by the patients, but I hope it understands that the presence of the companion is of extreme importance to the state to recover the same. When I refer to the recovery, I will be clear that I do not believe an irreversible medical condition certified by physicians can change suddenly unless a miracle occurs, but it is consoling to ones companion who is living with those moments, knowing you can do what was within ones abilities for their loved one (the patient). Therefore, it is of great importance that the visits of the companions (however difficult they are for the entire medical staff) are seen as a positive factor for both sides (patient and their loved ones). In a society where time is gold and most appointments are always urgent, it is for hospitals to adapt to this reality.  

Also a polite and courteous approach that it promise to display/it promise of it core values towards its patients and its family, I strongly feel it should not only promise but should be sure to implement this attitude change in all its employees, which is regarded as a misfortune. They are professional and matured enough to understand that these are right principles towards humanity/hospitality all around the world and should also be adopted in hospitals around Brazil. These are the standards that are met by being helpful and answer similar questions being already made over a period of times. There will be other professionals with more good will and intentions will love to work much better.There will be a time, when Brazil will have hospitals, which in fact will be flexibel and demonstrate that the values ​​within these large institutions are actually put into practice and not forgotten during the limited hours for patients and their loved ones.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Que horas são?


“O desenvolvimento da ciência e das atividades criativas do espírito, exige uma liberdade que consiste na independência do pensamento em relação às restrições do preconceito autoritário e social” Albert Einstein

                                                                            
Com a internação de um dos meus parentes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mais precisamente do meu avô, pude perceber de fato que ainda os hospitais custam em cumprir com a proposta da plaquinha fixada na parede. No caso do hospital em questão, e acredito que muitos outros ainda nesse Brasil a fora. Acredito que se não todas, uma grande parte das pessoas trabalham e muitas vezes estudam. Em situações como a internação de um ente querido a possibilidade de visita se faz restrita, devido aos limitados horários disponibilizados pelos hospitais.
Desculpe-me a franqueza, mas a é ridículoooo, acredito que muitos dos visitantes sentem-se incomodados com a impossibilidade de visitar apenas aos finais de semana devido ao fato dos hospitais não disponibilizarem horários mais flexíveis, ou até mesmo a possibilidade de visita sem restrições de horários. O que proponho não é algo novo, pelo menos (como sempre) não aqui no Brasil, hospitais como Florida Hospital, disponibilizam a chance de visita sem restrições. Já que brasileiros adoram copiar o que vem de fora, que ao menos copiem os bons modos. Do ponto de vista humanizar e hospitalidade é um grande avanço tal hospital disponibilizar essa possibilidade. Hospitais que adotam essa conduta, normalmente passam a real imagem que além de se preocuparem com o paciente, entendem que a presença do acompanhante é de extrema importância para o estado de recuperação do mesmo. Quando me refiro à recuperação desejo que fique claro que não acredito que um estado clínico irreversível atestado pelos médicos possa mudar subitamente, mas que é confortante para aquele acompanhante que esta vivendo aquelas momentos, saber que pode fazer o que estava dentro das suas possibilidades. Sendo assim é de grande importância que as visitas dos acompanhantes (por mais difíceis que sejam para toda a equipe médica) sejam vista como um fator positivo para ambos os lados.
Em uma sociedade aonde o tempo vale ouro e grande parte dos compromissos sempre são inadiáveis, cabe aos hospitais se adaptarem a essa realidade. Sendo essa atitude uma mudança para os funcionários vista como um infortúnio, que eles sejam profissionais maduros o suficientes para entender que essas serão SIM as novas normas e que se não estiverem satisfeitos por terem que ser solícitos e responder a questões similares já feitas ao longo do dia, haverão outros profissionais que com mais boa vontade e intencionados pelo amor ao trabalho farão muito melhor.
Portanto hospitais desse Brasil quando será a HORA que vocês de fato se flexibilizarão e demonstrarão que os valores dentro dessas grandes instituições realmente são colocados em prática e não esquecidas ao longo das horas limitadas por vocês mesmos?


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Não é uma Brastemp!

                           O processo de implantação da Hotelaria Hospitalar, assim como outras
                       implantações,exige dedicação, amor e muita paciência . E você, tem um deles?

Paciência é sem dúvida o que mais vai ser exigido ao longo de todo o caminho, o ser humano, como um todo detesta sair de sua zona de conforto, os profissionais da área da saúde estão no topo dessa pirâmide, quase alcançando o céu. Além do processo de medidores para todos so setores, os profissionais que começam esse processo devem lidar com um desafio maior, conquistar a confiança de todo uma equipe hospitalar.

Mas peralááá? Aonde que esta a instituição que contratou os novos serviços para apresentar o novo setor da Hotelaria aos colaboradores?? Você sabe? Porque eu também não!
Atuei em um hospital aonde, após 6 meses com grande parte do setor implantado, ainda havia dúvida do papel do auxiliar de hotelaria e o que ele de fato fazia. Inadimissível. Porque essa mesma pergunta pode ser feita por um paciente, ou até mesmo acompanhante e a resposta dada à essa pergunta será um grande: NÃO SEI! ELES ANDAM DE UM LADO PARA O OUTRO FAZENDO ALGUMA COISA, MAS AGORA QUE COISA...SÓ DEUS SABE!( resposta boniiita hein), só um detalhe, não se esqueçam que é o seu hospital, sua estruta que esta sendo representada, quando um funcionário oferece uma resposta dessas, independente com relação a que setor é relacionada o questionamento, a imagem que é passada adiante do hospital é de que ninguém sabe nada.

Os hospitais que realmente têm a intenção de fazer esse processo de implantação devem no mínimo apresentar a nova equipe aos seus funcionários, todo o processo, sempre começa de dentro para fora. Nada melhor que nas reuniões de integração do novo funcionário, afinal todos os setores se apresentam e descrevem superficialmente o que é realizado, a Hotelaria TEM que estar presente, com uma apresentação dos serviços realizados, objetivos, com quais setores atua, quais supervisiona, ramal de contato e se possível uma lembrancinha do setor para os que estão começando na empresa( esse é a cara da Hotelaria, mimos sempre), ou seja, basicamente o que fazem ali.

O coordenador hospitalar que nem inclue a equipe de Hotelaria na apresentação já demonstra sua falta de visão as reais necessidades de mercado. Porque meus caros, a Hotelaria Hospitalar pulou do patamar de tendência para necessidade. Além de ser necessária nos meios de saúde é uma necessidade estar integrada com todos os setores.
 

Ou seja, não faça do processo de implantação como o Slogan: Não é uma Brastemp, mas tudo bem.
Porque você, profissional retrógrado, pode pensar assim. Entretanto outros não pensarão da mesma forma.
Seja você, a Brastemp que esta faltando no mercado, com dedicação, amor e muita paciência!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Definição de Hotelaria, Hospitalidade e Humanização



Para começar é necessário se fazer entender os conceitos, que tempos atrás não possuíam conexão, mas que no entanto hoje, dentro de um ambiente hospitalar não podem ser visto separados.

De acordo com o dicionário Aurélio,

Hotelaria: Comércio hoteleiro; Profissional  que assenta na arte de dar alojamento ou alimentação aos hóspedes.

Hospitalidade: Ato de hospedar; Qualidade de hospitaleiro

Humanização: Ato ou efeito de humanizar.

Humanizar: Tornar humano, tornar tratável; civilizar; humanar (amei esse verbo!!).

Claro esses são conceitos básicos, só para ter uma noção do que se trata cada um deles.

Com relação a Hotelaria, ela pode ser dividida em dois segmentos dentro do hospital, o que na minha opinião é melhor, porque não necessariamente quem goste de atuar na hotelaria goste da hospitalidade e vice versa. Ai surge a dúvida, mas porque, se tudo é a mesma coisa. Não é!

Uma definição do que é hotelaria hospitalar, segundo Marcelo Boeger:

                     A reunião de todos os serviços de apoio, que associados aos serviços específicos, oferecem aos clientes
                    internos e externos, conforto, segurança e bem - estar, durante o seu período de internação.

Ou mais simplificado, quer-se dizer que basicamente Hotelaria Hospitalar, são os serviços oferecidos dentro de um hotel, introduzidos em um hospital, fazendo com que assim a internação, tanto do paciente como de seu acompanhante seja amenizada, da melhor forma possível.

Ai você me pergunta, certo, já deu pra entender o conceito, mas aonde esta a diferença que você disse mais acima que existe, que pra mim ainda é tudo a mesma coisa?
Caaaaaarrrrrrmaaaa que eu expriiicooo! A diferença quando fazemos a separação dos departamentos é que o setor da hospitalidade esta ligados aos serviços de entretenimento, se pode se dizer assim, ou seja, empréstimo de DVD's, contação de histórias, celebração de aniversário, doação de livros, visita aos leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com um grupo especializado em apresentações com violão e poesia.
Já o setor da hotelaria, esta ligado a limpeza,tempo de liberação e manutenção dos leitos do hospital, assim como a rouparia e manutenção e dos enxovais também esta ligado a esse setor e a junção desses dois departamentos faz a hotelaria hospitalar! Não é lindo?!

A bunita da Humanização, cadê ela nisso tudo? Já respondeu a pergunta, ela esta em tudo. Hoje em dia, acredito que é muito mais bonito colocar nos valores da empresa: "GENTE CUIDANDO DE GENTE", ou, "TRATAMENTO HUMANIZADO" do que realmente aplicar isso ao dia-a-dia. Ou seja esta na moda colocar na porta de entrada dos hospitais, mas pouco se vê realmente acontecendo ao longo dos dias de internação. O tratamento humanizado, precisa começar com os colaboradores (o povo adora essa palavra pra funcionário né?). Esse processo de humanização é algo que começa de dentro (literalmente) para depois ser aplicado dentro de um setor, estabelecimento e assim por diante.
Se aquele funcionário que esta te aplicando uma injeção não tiver de fato o amor à profissão e acima disso ao paciente, e acima disso, ao ser humano, de nada adianta essa palavrinha estampada pelos corredores dos hospitais. Cá entre nós posso contar nos dedos os profissionais da área da súde que têm amor pelo que fazem, pois é, realidade beeem triste e assutadora, porque uma coisa é você ter uma crise epilética de estresse no seu escritório e querer dar uns tabefes no computador...agora para e pensa o que faz o profissional da saúde em uma crise epilética, é estupidamente grosso com o paciente ou o acompanhante, te dá aquela picada com aquela agulha que só de ver já fez a sua pressão cair e por ai vai.( o resto fica na imaginação, é melhor!).

Vou deixar um vídeo do verdadeiro Hunter Patch Adams, eu acredito que esse cara é genial e tem uma visão de tratamento e cuidado humano como deve ser.
Haaa o vídeo é velhinho, foi gravado em 2007, mas os conceitos são extremamente atuais, vale a pena ver a reportagem toda!